terça-feira, 4 de Novembro de 2014

ALICE GEIRINHAS / 08 NOV - 06 DEZ

Olá todos,
No próximo sábado dia 8 de Novembro, pelas 17H, vamos inaugurar a exposição, Nada de Novo de Alice Geirinhas (PT).
Mais uma vez contamos com a vossa presença.
Paralelamente à exposição será lançado o livro “The Cabinet of Dr. Alice”, no dia 7 de Novembro às 22h, na Inc. livros e edições de autor (Rua da Boa Nova, 168 - Porto).

Hello,
Next saturday, September 20th, we´ll open the show Nada de Novo by Alice Geirinhas (PT).
Alongside the exhibition will be released the book "The Cabinet of Dr. Alice" on 7th November at 22pm, at Inc. livros e edições de autor (Rua da Boa Nova, 168 - Porto).
You are all invited!


Nada de Novo
Alice Geirinhas (PT)
8 de Novembro a 6 de Dezembro

8 de Novembro | Inauguração 17h
Galeria Dama Aflita
Rua da Picaria, 84, Porto, Portugal

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Sobre a exposição

Nada de Novo, reúne desenhos-contos respigados do meu arquivo, recontados e redesenhados e apropriados. São desenhos de contágio e impuros, repetições e variações de universos iconográficos que mapeiam o meu arquivo; são imagens que falam de outras imagens, desenhos reescritos, narrativas restauradas, coisas encontradas, lidas, vistas, faladas, sentidas, cheiradas. São desenhos encadeados num processo de convergência e divergência, num ir e vir constante como se fosse esse movimento vital para a escrita do desenho e que os torna assim pequenos fragmentos autobiográficos.

Alice Geirinhas, 2014


Sobre a autora

Alice Geirinhas (Évora). Vive e trabalha em Lisboa e Coimbra.
Doutoramento em Arte Contemporânea no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra com a tese “Como Eu Sou Assim, Mapeamento Visual na Primeira Pessoa: Documento e Índice”.
Mestrado (2007-2009) em Práticas Artísticas Contemporâneas na Faculdade de Belas Artes do Porto com a dissertação “O sentir sexual da diferença: o legado de Luce Irigaray na nova subjectividade”.
Licenciatura (1984-89) Artes Plásticas-Escultura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa.
Professora auxiliar convidada de Desenho no curso de Design e Multimédia da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra.
Membro do Instituto de Investigação em Arte Design e Sociedade (i2ADS) da Universidade do Porto.
Programadora e coordenadora da área de formação na Bedeteca de Lisboa (2001-2005).
Professora de ilustração na Fundação Calouste Gulbenkian ( 1995-1997) e na escola de arte Ar.Co (2000-2005).
Curso de cinema de animação da Fundação Calouste Gulbenkian. Premiada em 1990 no Cinanima, Festival Internacional de Cinema de Animação de Espinho com o prémio Jovem Cineasta Português com o filme de animação, Uma História de Amor.
A sua primeira exposição individual, A Nossa Necessidade de Consolo É Impossível de Satisfazer, foi realizada na galeria Zé dos Bois, uma associação de jovens artistas e lugar emblemático da geração de 90. Criou nesse ano, juntamente com João Fonte Santa e Pedro Amaral, o colectivo artístico, Sparring Partners e inauguraram o colectivo e o novo espaço da galeria Zé dos Bois com a exposição Low. A título individual, também expôs Alice na Bedeteca de Lisboa (1998), Como Cozer um ovo Em 3 minutos no Circulo de Artes Plásticas de Coimbra, CAPC, ( com João Fonte Santa, 1999), Thieves like us (como Sparring Partners), numa casa particular desabitada, Lisboa, A Nossa Necessidade de Consolo é Impossível de Satisfazer #2, Galeria Marta Vidal, Porto (2002), A Nossa Necessidade de Consolo é Impossível Satisfazer #3, Galeria António Henriques, Viseu ( 2003), pthtm yeesp, Galeria MCO, Porto (2007), Ce sex qu’est pas un, Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira (2008). De entre as exposições colectivas que integrou destacam-se: Zapping Ecstazy, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (1996), Anatomias Contemporâneas, Hangar K7, Fundição de Oeiras (1997), X-Rated, Galeria ZDB (antiga loja Olaio), Lisboa (1997), Sparring Partners VX Tone Scientist, CAPC, Coimbra (2001),Falar das Coisas Como Elas São, Salão Olímpico, Porto Coimbra C, CAPC, Coimbra (2003) Re-produtores de Sentido, SESC Rio, Rio de Janeiro, Brasil, (2004) Portugal:30 Artistas Under 40, The Stenersen Museum, Oslo, Noruega (2004), Toxic, o Discurso do Excesso, Hangar K7, Fundição de Oeiras, (2005) Performances, Galeria MCO, Porto, Antimonumento, Galeria António Henriques, Viseu (2007) Tudo o que é sólido dissolve-se no ar, Museu Berardo, Lisboa (2010), A Filosofia do Dinheiro, Museu da Cidade, Lisboa (2010) ambas como Sparring Partners e If I Can’t Dance, I don’t Want  to Be Part if Your Revolution, Plataforma Revólver, Lisboa (2010) e Motel Coimbra, Colégio das Artes, Coimbra (2012), e.n.s.q.v.p, Clube Português de Artes e Ideias, Lisboa (2013).
Simultaneamente à apresentação do seu trabalho nestas diversas mostras, Alice Geirinhas desenvolveu outros projetos na área da ilustração e banda desenhada, como comissária e como ilustradora. Dos livros publicados destacam-se: Alice (Bedeteca de Lisboa, 1999) que reúne parte da sua obra gráfica de ilustração editorial, Isto de Estar Vivo de Luiz Pacheco (Contraponto, 2000) e A Nossa Necessidade de Consolo é Impossível de Satisfazer #2 ( Mimesis, 2003).

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About the show
“Nada de Novo”, gathers drawings-tales gleaned from my archives, retold and re-developed and appropriated. Drawings that come of contagion and unclean, repetitions and variations of iconographic universes that map my files; are images that speak of other pictures, drawings rewritten, restored narratives, things found, read, seen, spoken, felt, smelled. Drawings are chained together in a convergence and divergence, a process of constant coming and going as if that  movement were vital to the drawing writing and what makes them so small autobiographical fragments.
Alice Geirinhas, 2014

About the artist
Alice Geirinhas (Évora). Lives and works in Lisbon and Coimbra.
PhD in Contemporary Art at the College of Arts of the University of Coimbra with the thesis  “Como Eu Sou Assim, Mapeamento Visual na Primeira Pessoa: Documento e Índice”.
Master Degree (2007-2009) in Práticas Artísticas Contemporâneas at Faculdade de Belas Artes do Porto with the dissertation “O sentir sexual da diferença: o legado de Luce Irigaray na nova subjectividade”.
Degree (1984-89) Fine Arts-Sculpture by Faculdade de Belas Artes de Lisboa.
Drawing Assistant Professor invited in Design and Multimedia at Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra.
Member of Instituto de Investigação em Arte Design e Sociedade (i2ADS) da Universidade do Porto.
Programmer and coordinator of training programme at Bedeteca de Lisboa (2001-2005).
Illustration professor at the Calouste Gulbenkian Foundation (1995-1997) and in art school Ar.Co (2000-2005).
Course in animation from the Calouste Gulbenkian Foundation cinema. Awarded in 1990, by Cinanima the International Animation Film Festival of Espinho with Young Portuguese Filmmaker award with the animated film, “Uma história de Amor”.
His first solo exhibition, “A Nossa Necessidade de Consolo É Impossível de Satisfazer” was held at the gallery Zé dos Bois, an association of young artists and iconic place of the nineties generation.
Created this year, along with João Fonte Santa and Pedro Amaral, the artistic collective, Sparring Partners and opened the collective and the new gallery space Zé dos Bois with the show “Low”. As an individual, also exposed at Bedeteca de Lisboa “Alice” (1998), “Como Cozer um ovo Em 3 minutos” at Circulo de Artes Plásticas de Coimbra, CAPC, (with João Fonte Santa, 1999), Thieves like us (as Sparring Partners), at an uninhabited private house, Lisbon. “A Nossa Necessidade de Consolo é Impossível de Satisfazer #2”, Marta Vidal gallery, Porto (2002), “A Nossa Necessidade de Consolo é Impossível Satisfazer #3”, António Henriques gallery, Viseu (2003), “pthtm yeesp”,  MCO gallery, Porto (2007), “Ce sex qu’est pas un”, Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira (2008).
Among the group exhibitions that incorporated include: “Zapping Ecstazy”, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (1996), “Anatomias Contemporâneas”, Hangar K7, Fundição de Oeiras (1997), “X-Rated”, ZDB gallery (old store Olaio), Lisboa (1997), “Sparring Partners VX Tone Scientist”, CAPC, Coimbra (2001), “Falar das Coisas Como Elas São”, Salão Olímpico, Porto Coimbra C, CAPC, Coimbra (2003) “Re-produtores de Sentido”, SESC Rio, Rio de Janeiro, Brasil, (2004) “Portugal:30 Artistas Under 40”, The Stenersen Museum, Oslo, Noruega (2004), “Toxic, o Discurso do Excesso”, Hangar K7, Fundição de Oeiras, (2005) Performances, MCO gallery, Porto, “Antimonumento”,
António Henriques gallery, Viseu (2007) “Tudo o que é sólido dissolve-se no ar”, Berardo museum, Lisboa (2010), “A Filosofia do Dinheiro”, Museu da Cidade, Lisboa (2010) both as Sparring Partners e “If I Can’t Dance, I don’t Want  to Be Part if Your Revolution”, Plataforma Revólver, Lisboa (2010) e Motel Coimbra, Colégio das Artes, Coimbra (2012), “e.n.s.q.v.p”, Clube Português de Artes e Ideias, Lisboa (2013).
Simultaneously with the presentation of her work in these various shows, Alice Geirinhas developed other projects in illustration and comics, as commissioner and as an illustrator. Of published books include: “Alice” (Bedeteca Lisbon, 1999) which includes part of her graphic work of editorial illustration, “Isto de Estar Vivo de Luiz Pacheco” (Counterpoint, 2000), and “A Nossa Necessidade de Consolo é Impossível de Satisfazer #2” (Mimesis, 2003).





segunda-feira, 15 de Setembro de 2014

Inauguração | MALARKO | Galeria DAMA AFLITA | 20 SET |17H

Olá todos,
No próximo sábado dia 20 de Setembro, pelas 17H, vamos inaugurar a exposição, Pasty Smasher de Malarko (UK).
A exposição está integrada na programação do Push Porto - Festival de Ilustração e Arte Urbana, 2014.
Mais uma vez contamos com a vossa presença.

Hello,
Next saturday, September 20th, we´ll open the show Pasty Smasher by Malarko (UK).
The show is part of Push Porto - Illustration and Urban art festival 2014.
You are all invited!

Pasty Smasher
Malarko (UK)
20 de Setembro a 25 de Outubro de 2014

20 de Setembro | Inauguração 17h
Galeria Dama Aflita
Rua da Picaria, 84, Porto, Portugal

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Sobre a exposição

Pasty Smasher mostra o recente trabalho de Malarko, onde o artista explora o absurdo através de cerâmica, gravura e tecelagem.

Sobre o autor

Malarko
Nascido e criado no sul de Londres e sem experiência formal no campo das artes, Malarko desenvolveu uma estilo reconhecível que se estende pelo muralismo, design, ilustração, obra gráfica e cerâmica. Entusiasmado pelo absurdo e motivado pelo ridículo, o trabalho de Malarko é composto por uma, cada vez maior, coleção de animais: gatos, cobras, cães de narizes compridos e homens fortes sem pernas. Letras de Morrissey e Wu Tang pountuam estas paisagens absurdas e o resultado colorido e nonsense apresenta-se confuso e prazeroso.

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About the show
Pasty Smasher showcases Malarko´s recent works, further exploring absurdities within ceramics, printmaking and weaving.

About the artist

Malarko
Born and raised in South London and with no formal background in the arts
Malarko has developed a recognisable style that spans muralism, design, illustration, print work, and also ceramics. Excited by the absurd and motivated by the preposterous Malarko´s work is comprised of an ever growing menagerie of cats, snakes, long nosed dogs and leg less strong men. Morrissey and wu tang lyrics punctuate this wacky landscape and the colourful nonsensical result manages to both confuse and delight.




    

segunda-feira, 16 de Junho de 2014

Inauguração | Min + Jose Ja Ja Ja | 21 Jun | 17H

Olá a todos
no próximo sábado dia 21 de junho vamos inaugurar a exposição Back and Forth da Min (pt) e Jose Ja Ja Ja (es) na Galeria Dama Aflita, a partir das 17h00. Mais uma vez contamos com a vossa presença!

Hello,
next saturday June 21st we'll open the show “Back and Forth”, by Min (pt) and Jose Ja Ja Ja (es), by 5 p.m.
Once again we'll be waiting for you!



BACK AND FORTH
Min (pt) + Jose Ja Ja Ja (es)
21 de Junho a 26 de Julho

21 de Junho | Inauguração 17h
Galeria Dama Aflita
Rua da Picaria, 84, Porto, Portugal

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Sobre os autores

Min
sobre a exposição
Desde o início dos tempos, o Homem debate-se com a ideia do que ainda está por vir. Carpe Diem e Yolo's à parte, todos nos questionamos se o nosso percurso se vai endireitar, se nos vamos perder a tentar, se vamos ser milionários ou se nos vamos tornar em pessoas biónicas.
Conseguimos prevê-lo? Ler palmas das mãos, cartas, entranhas de animais, corpos celestes…uns dizem que funciona, outros que não. Esta é a minha viagem desenhada através de tudo isto, adivinhações, destinos, futuros próximos e longínquos.

sobre a autora
Min nasceu no Porto em 1988 e desde então, alimenta a sua paixão por desenhar letras e personagens que habitam o seu imaginário. Cães-pessoa, caracteres samplados de uma embalagem qualquer, coisas do dia a dia e cores vivas apoderam-se dos fiéis pretos e brancos e de alguma forma, no final, para ela faz sentido.
Terminado o curso de Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, dedica-se oficialmente a vários projectos de design e ilustração durante o dia… e de noite ganha roupagem de dj e partilha um bocadinho daquilo que ouve. É também designer de uma editora de música chamada Monster Jinx, liderada por um gigante monstro roxo.




Jose Ja Ja Ja
sobre a exposição
Ao regressarmos ao passado vamos de encontro à memória. A memória é um grande supermercado da percepção. Quando queremos recordar alguma coisa, pegamos no carrinho de compras e procuramos os ingredientes para cozinhar uma história. Assim que chegamos ao checkout encontramos um acumular de elementos: a focinho do nosso cão, o cheiro do esparguete frio esquecido no frigorífico, a cor verde, a voz selvagem de “Howlin’ Wolf”, o pôr-do-sol, o…aqui não existe a linguagem narrativa, apenas segmentos da memória.
Não existem diferenças caso tenhamos visitado o British Museum. Poderíamos entender a história dos egípcios e dos gregos apenas pela observação dos objectos e utensílios que eles usaram no passado. Não pelas narrativas. O poder de contar histórias quando não existem narrativas, apenas os ingredientes das histórias.
Assim, as histórias são completamente abertas aos olhos do observador ou leitor e estes transformados em jogadores dos jogos propostos pelos objetos.
A história que conto neste espaço, tendem para a experiência pessoal sobre a forma como conto histórias, através de fragmentos da memória. ‘Culto Charles’ é um adiante ao passado, a um grupo de humanos e aos seus rituais e condutas. ‘Culto Charles’ é um destes supermercados da memória onde temos que ir à procura da história que queremos ouvir.

sobre o autor
Conterrâneo de Sara Montiel e Madrileno por adopção. Formou-se em arquitectura na Universidad Politécnica de Madrid ao mesmo tempo que colaborava num dos mais carismáticos gabinetes de arquitectura, AMID.CERO9. Com os seus irmãos produz uma das melhores cervejas do país, cerveja SALVAGE. Aristocrata em SUNRISE KINGDOM (um novo país formado por si e pelo artista China Ruohong Wu situado na fronteira virtual entre o Vermelho e o Amarelo). Historicista por convicção e ilustrador por casualidade. Colaborador assíduo como desenhista no colectivo de auto-edição Ultra Radio, assim como em grande número de fanzines nacionais e internacionais. Foi prémio Áccesit de Ilustración Injuve2012 do Ministério da Educação. Seleccionado, em conjunto com mais 45 ilustradores internacionais, para o catálogo Iberoamericano de Ilustração SM 2013 e obteve uma Menção Honrosa no Prémio Internacional de Novela gráfica Fnac-Sinsentido. Expões em várias cidades entre as quais Madrid, Londres, Paris, Buenos Aires ou Cidade do México.
Actualmente é docente de ilustração no IED de Madrid dando a disciplina e “Proecesos Creativos” ao mesmo tempo que inventa, faz cerveja, toma banho em sangue de baleia, conta histórias e desenha. Publicou recentemente o seu primeiro livro sério “Culto Charles” com Fulgencio Pimentel.
E isto, apenas acaba de começar…





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About the artists

Min

about the show
Since the beginning of time, Man has struggled with the thought of what is yet to come. Carpe Diem, Yolo's aside, we all wonder if our path is going to straighten up, get lost trying, get millionaire or ever become bionic people.
So, can we predict it? Reading palms, cards, animal guts, celestial bodies… some say it works, some say it doesn't. This is my drawn journey through it all, divinations, fates, close and distant futures.

Min was born in Porto in 1988 and since then, she feeds her passion of drawing letters and characters that live inside her mind. Dog-people, lettering sampled from old graphics, every day things and bright colors take over the faithful black and white and somehow, at the end, it all makes sense for her.

As she finished the BA in Communication Design at Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, she officially dedicates herself to various design and illustration projects during the day…while by night she transforms into a dj and shares a little bit of the music she listens to. She's also the designer of a music label called Monster Jinx, lead by a giant purple monster.



Jose Ja Ja Ja
about the show
Forth back to the past, we must across the memory. The memory is a grand supermarket of the perception. When we want to remember something we take a trolley and search for the ingredients to cook the story.  Once we reach the checkout point, there are accumulation of elements: the face of our dog, the smell of cold spaghetti left in the fridge, the green colour, the wild voice of ‘Howlin’ Wolf, the sunrise, the… The narrative language does not exist here, only segments of our memory.  
There is no differences as if, we visited the British Museum. We could understand the story of the Egyptian or the Greeks only by watching the objects and utensils they used in the past. Not through narratives. The power for to tell stories, when there are no narrative languages, only the ingredients of the story. So that stories are completely opened to the observers or readers, and they are transformed as players in games.
The story, I show you here, in this nice space try to be a personal experiment about the way to tell stories, from pieces of the memory. ‘Culto Charles’, it’s a forth to the past, to a group of humans, and to their rituals and manner.  
‘Culto Charles’, is one of these supermarkets of the memory where you have to search for the story you want to hear.

about the artist
Fellow countryman of Sara Montiel and adopted from Madrid. Graduated in arquitecture by Universidad Politécnica de Madrid while collaborating one of the most charismatic architectural studios, AMID.CERO9. Along with his brothers he produces one of the best beers of the country, the SALVAGE beer. Aristocrat at SUNRISE KINGDOM (a new country invented by him and the artist China Ruohong Wu, at the virtual border between Red and Yellow. Historicist by conviction and illustrator by chance. Frequent contributor as a draftsman in the self-publishing collective Ultra Radio, as well as a large number of national and international fanzines. Áccesit de Ilustración Injuve2012 award, selected for Catalogo Iberoamericano de Ilustración SM 2013 and honorable mention at Fnac - Sinsentido international Graphic Novel Prize.
As shown his work in several cities like Madrid, London, Paris, Buenos Aires or Mexico City.
Teaches illustration at IED de Madrid while invents, makes beer, baths in whale blood, tells stories and draws.
Recently published his first book “Culto Charles” with Fulgencio Pimentel.
And this is just the beginning…

Jose Ja Ja Ja

terça-feira, 29 de Abril de 2014

Inauguração / Horácio Frutuoso + Ricardo Abreu

Olá a todos,
no próximo sábado dia 3 de Maio vamos inaugurar a exposição Salto sem gravidade de Horácio Frutuoso e Ricardo Abreu na Galeria Dama Aflita, a partir das 17h00. Mais uma vez contamos com a vossa presença!

Hello,
next saturday May 3rd we'll open the show “Salto sem gravidade”, by the portuguese artists Horácio Frutuoso and Ricardo Abreu, by 5 p.m.
Once again we'll be waiting for you!

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Salto sem gravidade
Horácio Frutuoso (pt) + Ricardo Abreu (pt)
3 de Maio a 14 de Junho

3 de Maio | Inauguração 17h
Galeria Dama Aflita
Rua da Picaria, 84, Porto, Portugal

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Sobre os autores

Horácio Frutuoso
(1991) vive no Porto.

Licenciado em Artes Plásticas na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Foi vencedor do Prémio aquisição de Artes Plásticas da FBAUP do ano lectivo 2012/2013.
Fez parte do grupo de investigação em performance SINTOMA, actualmente faz parte do grupo comissário da Painel, e da equipa artística do projecto Expedição.
Tem participado activamente e produzido projectos dedicados à prática e investigação em artes plásticas e práticas artísticas contemporâneas com outros artistas e colectivos. Na produção do seu trabalho recorre a vários meios, com especial interesse pela pintura e performance.



Ricardo Abreu
(1980) Porto / Maia

Quando era criança, pedi ao meu pai que apanhasse os pássaros para os poder pintar.
Pintar no sentido de os cobrir de tinta, porque pensava que poderiam ser melhorados. Depois, o mesmo com cães e gatos.
Raramente íamos de férias, por isso, passava os verões a ver tv e enciclopédias ilustradas.
Aprendi sobre mitologia, astronomia, geologia, botânica e zoologia desta forma.
A obsessão pelo desenho surgiu de início, desde que me lembro, por isso, inevitavelmente segui o ensino artístico, tendo mais tarde
frequentado a licenciatura em design de comunicação.
Não concluí o curso, mas inevitavelmente, continuei a fazer o mesmo, o mesmo que já fazia.



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About the artists

Horácio Frutuoso
(1991) lives in Porto, Portugal.

Graduated in Fine Arts by Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
Winner of acquisition prize in Fine Arts by FBAUP in the academic year of 2012/2013.
Joined the research in performance group SINTOMA, currently part of the commissioner group Painel, and the artistic team for Expedição project.
Has actively participated and produced projects for the practice and research in fine arts and contemporary art practices with other artists and collectives. In the production of his work resorts to various media, with a special interest in painting and performance.

http://horaciofrutuoso.tumblr.com/

Ricardo Abreu
(1980)  Porto / Maia

As a child, I asked my father to caught the birds so I could paint them.
Paint towards to cover them in ink, because I thought they could be improved. Then, did the same with dogs and cats.
We rarely went on vacation, so I spent the summers watching tv and illustrated encyclopaedias.
Learned about mythology, astronomy, geology, botany and zoology in this way.
The obsession for the design came from the beginning, since I can remember, so inevitably I followed that artistic education, and later attended degree in communication design.
Didn´t complete the graduation, but inevitably, I continued doing the same, the same as it had been.




   

segunda-feira, 3 de Março de 2014

Inauguração | LORD MANTRASTE + TIM FUREY | Galeria DAMA AFLITA | 8 MAR | 17H

Olá a todos,
no próximo sábado dia 8 de Março vamos inaugurar a exposição A Farmer´s Work do ilustrador português Lord Mantraste com o norte americano Tim Furey na Galeria Dama Aflita, a partir das 17h00. Mais uma vez contamos com a vossa presença!


Hello,
next saturday March 8th we´ll open the show “A Farmer´s Work”, by the portuguese illustrator Lord Mantraste and the american Tim Furey, by 5 p.m.
Once again we'll be waiting for you!

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A Farmer's Work
Lord Mantraste (pt) + Tim Furey (usa)
8 de Março a 9 de Abril


8 de Março | Inauguração 17h
Galeria Dama Aflita
Rua da Picaria, 84, Porto, Portugal


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Sobre os autores


Lord Mantraste
Filho de uma Cabeleireira e de um Pastor, foi criado no mato como um bixo. É um adepto do misticismo popular e da natureza, actualmente vive escondido a fazer design gráfico e ilustração.


Pretende ser a Nossa Senhora da ilustração e que cada trabalho meu seja um menino Jesus!


Tim Furey
é artista, vive e trabalha em New Jersey. O seu trabalho é cheio de texturas, formas, cores neon e seres alienígenas. Ao combinar uma ampla gama de diferentes media nas suas colagens cria interiores psicadélicos, cenas do quotidiano e narrativas que revelam dicas da estória sem desvendar o enredo na sua totalidade. Recorre a papel barato, autocolantes holográficos, e rabiscos de lápis de cor e combina estes elementos na criação de imagens, tanto primitivas como futurísticas. O resultado é um mundo hiper-colorido onde os extra-terrestres se misturam com os humanos na criação de um mundo futuro partilhado.
Tim Furey é inspirado por artistas como David Hockney, Cy Tombly, Devin Troy Strother, Michael Swaney e Drew Beckemeier. Semelhante ao "Stranger in a Strange Land" de Robert A. Heinlein, Tim injeta um senso de mal-estar com a sua paleta de cores inesperadas,alterações de perspectiva e o uso de texturas.



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About the artists


Lord Mantraste
Son of a hairdresser and a shepherd, was raised in the woods like an animal. He’s a fan of the popular mysticism and nature, nowadays lives hidden to make graphic design and illustration.
Intends to be the Madonna of illustration where each of his work becomes baby Jesus!
Tim Furey
is a New Jersey based artist. His work is full of texture, shapes, neon colors and best of all aliens! Combining a wide array of media in his collages he creates psychedelically-hued interiors, still life scenes and narratives that hint at the story without giving away the plot. Inexpensive craft paper, holographic stickers and crayon scribbles combine to create images that are both primitive and futuristic. The result is a hypercolored world where aliens mingle with mankind to create unknown future worlds.
Tim Furey is inspired by artists like David Hockney, Cy Twombly, Devin Troy Strother, Michael Swaney, and Drew Beckmeyer. Similiar to Robert A. Heinlein's "Stranger in a Strange Land", Tim injects a sense of uneasiness with his unexpected color palette, shifts in perspective, and use of textures.