segunda-feira, 3 de Março de 2014

Inauguração | LORD MANTRASTE + TIM FUREY | Galeria DAMA AFLITA | 8 MAR | 17H

Olá a todos,
no próximo sábado dia 8 de Março vamos inaugurar a exposição A Farmer´s Work do ilustrador português Lord Mantraste com o norte americano Tim Furey na Galeria Dama Aflita, a partir das 17h00. Mais uma vez contamos com a vossa presença!


Hello,
next saturday March 8th we´ll open the show “A Farmer´s Work”, by the portuguese illustrator Lord Mantraste and the american Tim Furey, by 5 p.m.
Once again we'll be waiting for you!

furey_mantraste_PT.jpg


A Farmer's Work
Lord Mantraste (pt) + Tim Furey (usa)
8 de Março a 9 de Abril


8 de Março | Inauguração 17h
Galeria Dama Aflita
Rua da Picaria, 84, Porto, Portugal


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Sobre os autores


Lord Mantraste
Filho de uma Cabeleireira e de um Pastor, foi criado no mato como um bixo. É um adepto do misticismo popular e da natureza, actualmente vive escondido a fazer design gráfico e ilustração.


Pretende ser a Nossa Senhora da ilustração e que cada trabalho meu seja um menino Jesus!


Tim Furey
é artista, vive e trabalha em New Jersey. O seu trabalho é cheio de texturas, formas, cores neon e seres alienígenas. Ao combinar uma ampla gama de diferentes media nas suas colagens cria interiores psicadélicos, cenas do quotidiano e narrativas que revelam dicas da estória sem desvendar o enredo na sua totalidade. Recorre a papel barato, autocolantes holográficos, e rabiscos de lápis de cor e combina estes elementos na criação de imagens, tanto primitivas como futurísticas. O resultado é um mundo hiper-colorido onde os extra-terrestres se misturam com os humanos na criação de um mundo futuro partilhado.
Tim Furey é inspirado por artistas como David Hockney, Cy Tombly, Devin Troy Strother, Michael Swaney e Drew Beckemeier. Semelhante ao "Stranger in a Strange Land" de Robert A. Heinlein, Tim injeta um senso de mal-estar com a sua paleta de cores inesperadas,alterações de perspectiva e o uso de texturas.



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About the artists


Lord Mantraste
Son of a hairdresser and a shepherd, was raised in the woods like an animal. He’s a fan of the popular mysticism and nature, nowadays lives hidden to make graphic design and illustration.
Intends to be the Madonna of illustration where each of his work becomes baby Jesus!
Tim Furey
is a New Jersey based artist. His work is full of texture, shapes, neon colors and best of all aliens! Combining a wide array of media in his collages he creates psychedelically-hued interiors, still life scenes and narratives that hint at the story without giving away the plot. Inexpensive craft paper, holographic stickers and crayon scribbles combine to create images that are both primitive and futuristic. The result is a hypercolored world where aliens mingle with mankind to create unknown future worlds.
Tim Furey is inspired by artists like David Hockney, Cy Twombly, Devin Troy Strother, Michael Swaney, and Drew Beckmeyer. Similiar to Robert A. Heinlein's "Stranger in a Strange Land", Tim injects a sense of uneasiness with his unexpected color palette, shifts in perspective, and use of textures.


    

sexta-feira, 24 de Janeiro de 2014

Dama Aflita @ Lux Woman


domingo, 12 de Janeiro de 2014

Inauguração | André da Loba | 18 Jan | 17H

Olá a todos,
no próximo sábado dia 18 de Janeiro vamos inaugurar a exposição (os) BESTIAIS do ilustrador português André da Loba na Galeria Dama Aflita, a partir das 17h00. Mais uma vez contamos com a vossa presença!

Hello,
next saturday January 18th we´ll open the show “(os) BESTIAIS”, by portuguese illustrator André da Loba (pt), by 5 p.m.
Once again we'll be waiting for you!




(os) BESTIAIS
André da Loba (pt)
18 de Janeiro a 1 de Março

18 de Janeiro | Inauguração 17h
Galeria Dama Aflita
Rua da Picaria, 84, Porto, Portugal

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Sobre a exposição

(os) BESTIAIS
Existem milhões de animais.
Uns rastejam, outros (es)correm.
Uns voam, outros nada(m),
A maioria parece não se mexer.
Grandes e pequenos.
Redondos, triangulares, rectangulares,
de qualquer forma, são todos quadrados.
Filhos de somas e subtracções, nascem da preguiça.
Alimentam-se de nós, da nossa paz e (pa)ciência.
Organismos completamente impossíveis (ninguém os aguenta)!
São menos perigosos do que os normais,
definitivamente mais honestos e
infinitamente mais interessantes.
Assim são, (os) Bestiais!

Sobre o autor

André da Loba, artista e poeta relutante. Nasceu em Portugal. O seu trabalho de ilustração e animação tem merecido reconhecimento internacional. Para comer trabalha para revistas, jornais e outras publicações, mais, ou menos efémeras. Vive Um-pouco-por-toda-a-parte onde e é secretamente feliz.

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About the artist

Artist and reluctant poet
Born in Portugal, André da Loba is a published and exhibited artist whose work has received international acclaim. As an illustrator, animator, graphic designer, sculptor, and educator, Andre’s combination of curiosity, experience, knowledge and unknowing serves as the constant medium with which he creates and inspires. His work is an invitation and a challenge to change the world, however big or small it might be. He lives in Brooklyn where he is secretly happy.



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terça-feira, 5 de Novembro de 2013

Inauguração | LAURENT IMPEDUGLIA | Drawings and Prints | 9 de NOV | 17h00

Olá a todos,
no próximo sábado dia 9 de Novembro vamos inaugurar a exposição Drawings & Prints do artista belga Laurent Impeduglia na Galeria Dama Aflita, a partir das 17h00. Mais uma vez contamos com a vossa presença!

Hello,
next saturday 9th November we´ll open the show “Drawings & Prints”, by Laurent Impeduglia (be), by 5 p.m.
Once again we'll be waiting for you!




Drawings and Prints
Laurent Impeduglia (be)
9 de Novembro a 4 de Janeiro

9 de Novembro | Inauguração 17h
Galeria Dama Aflita
Rua da Picaria, 84, Porto, Portugal

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Sobre o autor
Laurent Impeduglia (be)

Na carreira de Laurent Impeduglia destaca-se a sua exposição individual em Brasseurs, Liège,
em 2007, como paradigmática. Após a conclusão da licenciatura em Belas Artes, Laurent esteve envolvido na produção independente de fanzines e comic books. O prémio de melhor Comic Book alternativo atribuído a Mycose pelo Festival Angoulême em 2006 reconhece a energia colectiva e a natureza voluntariamente provocadora de uma dúzia de artistas, criados a latas de cerveja e rock’n’roll, que abriram novos caminhos para a edição independente e para as viagens pessoais.
Com Make a Wish, Build your Life, Impeduglia na sua afirmação como jovem artista/artesão posiciona-se num cenário onde mistura a pintura, a escultura e a instalação. Retrata a transição da adolescência para a idade adulta recorrendo a referências à alquimia (stylus, kiln…) mas também à cultura popular inerente a uma criança crescida nos anos 1980 (os primeiros videojogos, o merchandising de comics e os cartoons orientais). Os seus temas recorrentes abordam a confrontação de símbolos, simultaneamente e sem ordem particular, a filosofia é questionada e o prazer é regressivo, permitindo vários níveis de interpretação, tanto profundos como jocosos, mas graças a uma boa dose de escárnio não se tornam hipócritas.
Ao longo da sua carreira, a mesma tensão demiúrgica presente no desejo de construir e desconstruir é evidente; sobrepondo referências ao ponto de lhes remover a sua essência, respeitando a perspectiva isométrica e ao mesmo tempo varrendo-a para fora, numa queda energética, pomposamente gabando o seu nome para, de seguida, evidenciar que significa "viagem sobre os seus próprios pés" em siciliano, afirmando o texto como parte da obra e reescrevendo-o com erros ortográficos como uma espécie de dislexia simplificada.
Omnipresente na sua produção artística, a cor branca afirma-se na exposição de Brasseurs, inevitavelmente associada à norma do espaço de exposição e à ideia de pureza. Torna-se crucial na peça "Quitter Liége" (deixa Liège) no veículo frágil e improvisado como objecto metafórico para o início da sua carreira internacional. Isto significa não desistir de um certo ideal, nomeadamente ao evitar o pensamento singular em função do mercado da arte contemporânea. Nas suas primeiras telas de grande formato, esta relação entre dinheiro e arte é já questionada. Esta preocupação constante é traduzida na representação da venalidade, na representação do dólar como símbolo, de um vampiro ou de um artifício de Damien Hirst.
Ao comparar-se a grandes figuras da arte do séc. XX denota uma fonte potencial de angústia à qual Impeduglia responde com ironia. Quando tenta revelar as suas influências, ele presta homenagem, entre outros, ao Do It Yourself da Pop Art ou à arte figurativa alemã dos anos 1980. Mas é na contramão de um certo respeito paralisante que recorre a nova terminologia (inococlassisimo, pós neo cretinismo…) para se expressar melhor.
Se Impeduglia joga com rótulos ou lugares secretos, é, sem dúvida, porque nada o repele mais do que a repetição ou ficar preso em barrancos criativos. Cada uma das suas séries não tem mais do que uma dúzia de peças, com destaque para a espontaneidade. Certamente a narração dos temas é constante, mas a maneira como ele representa o espaço, a paleta de cores ou os recursos, é constantemente reinventada. Este é o leitmotiv do seu processo criativo, ele afirma perder-se no seu caminho, troca ideias por outras e aceita qualquer contratempo.
Tempestuoso e generoso, o trabalho de Impeduglia não é sobrecarregado de fronteiras. De forma obstinada e de bom grado ridiculariza os valores estabelecidos (arte, trabalho, dinheiro, religião). Reúne nas suas obras composições com um sabor de fim do mundo, com estabilidade comprometida voluntariamente por equilíbrio precário, elementos destrutivos e fendas profundas. É também a representação não normalizada que denuncia as falhas e vitalidade interna de um indivíduo onde se consegue reconhecer uma geração inteira.

Julie Bawin

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About the artist

Throughout the artistic career of Laurent Impeduglia, his solo exhibition at the Brasseurs in Liege in 2007 is definitely one of the stand out points. After leaving the Fine Art Academy, he became more or less independent in terms of the world of fanzines and indie comic books. The alternative Comic Book prize awarded to Mycose at the Angoulême Festival in 2006, recognizing the collective energy and willingly provocative nature of a dozen or so artists raised on cans of lager and rock ‘n’ roll, paved the way for both publication and the possibility for a number of contributors to take a more personal journey.

With Make a wish, build your life, Impeduglia, in his quest for initiation as a young artist/craftsman, puts himself in the middle of a scenario mixing painting, sculpture and installation. He portrays the transition from adolescent to adult using multiple references to alchemy (stylus, kiln…), but also to the kind of popular culture inherent to every child of the 80s (early video games, merchandising from comics and Asian cartoons…) Recurrent themes are the confrontation of symbols where simultaneously, but in no particular order, philosophy is questioned and pleasure is regressive, allowing many layers of interpretation, both profound and playful, but thanks to a healthy dose of mockery, not self-righteous. Throughout the career of Impeduglia, the same demiurgic tension of his desire to both construct and deconstruct is evident; superimposing references to the point of removing their substance, respecting isometric perspective and then sweeping it away in one energetic fell swoop, pompously boasting about his name and then highlighting that it means “trip over your own feet” in Sicilian, taking a text and reworking it with spelling mistakes in a kind of simplified dyslexia…

Omnipresent in the artist’s production at any given moment of the exhibition at the Brasseurs, the colour white, almost inevitably associated with the norm of the gallery space and the idea of purity, is crucial at the moment when he gets ready to Quitter Liège (leave Liege) on a fragile makeshift vehicle to set off on an adventure of the beginning of an international career. This means not giving up on a certain ideal, notably by avoiding the seduction of singular thought and/or the contemporary art market. On his first large canvasses, like the one acquired by the SPACE Collection in 2003, he already questioned the relationship between money and art. This constant preoccupation is translated by the representation of venality in the form of the dollar sign, a vampire or a Damien Hirst gimmick.

Comparing himself to the great figures of the history of 20th Century Art is also a potential source of anguish which Impeduglia responds to with irony. When he tries to reveal his influences, amongst others, he pays tribute to ‘Do It Yourself’ Pop Art remnants or German figurative art from the 1980s. But going against the grain of often paralyzing respect, he uses new terminology (iconoclassicism, post neo cretinism…) to express himself better.

If Impeduglia plays around with labels and pigeon holes, it is without a doubt because nothing repels him more than repetition or being stuck in a creative rut. Each of his series never has more than a dozen pieces and the evolution of his work which claims to be more and more spontaneous, is perceptible from one month to the next. Certainly, the narration of the themes is constant, but the way he represents space, the palette and the strokes is constantly being reinvented. Thus, his recent canvasses, which are oil-based, reestablish the subject of the picture with more sensuality and with this, he associates a return to pleasure through spontaneity. This is a leitmotif of his creative process, he claims to lose his way, bounce ideas off other ideas and accept any mishaps.

Tempestuous and generous, Impeduglia’s work is not burdened by boundaries and obstinately and gladly ridicules the established values (art, work, money, religion…) brought together in his compositions with a flavor of the end of the world, with stability voluntarily jeopardized by precarious balance, destructive elements and deep cracks. It is also the unnatural presentation of more or less corrected flaws and the internal vitality of an individual in whom an entire generation can recognize themselves – a generation strangely labeled X.

Julie Bawin

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domingo, 15 de Setembro de 2013

Inauguração | ANGELA DALINGER | Galeria DAMA AFLITA | 21 SET |17:00


Olá a todos,
após este verão ameno regressamos a mais um ano de exposições!
Esta rentrée inicia com a exposição Drawings and Paintings, de Angela Dalinger (de) para a qual vos convidamos a estar presentes no próximo sábado, dia 21 de Setembro, a partir das 17h00.

Mais uma vez contamos com a vossa presença e boa disposição!


Hello,
after this balmy summer we return with another year of exhibitions!
This rentrée will start with the show “Drawings and Paintings”, by Angela Dalinger (de), so you are all invited to come next saturday, September 21st, by 5 p.m.

Will be waiting for you!





Drawings and Paintings
Angela Dalinger (de)
21 de Setembro a 2 de Novembro

21 de Setembro | Inauguração 17h
Galeria Dama Aflita
Rua da Picaria, 84, Porto, Portugal

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Sobre a autora
Angela Dalinger (de)

“Olá sou a Sandra e o meu segundo nome é Angela. Comecei a utilizar o nome artístico Angela Dalinger há cerca de 3 anos atrás, simplesmente porque nunca gostei do meu nome verdadeiro.
Nasci em 1984 e cresci numa pequena cidade na feia baixa saxónica. As coisas por lá não foram muito fáceis. Em 2008 comecei a estudar ilustração na Universidade Pública de Hamburgo. Foi bom sair de onde nasci e ir viver para uma cidade apesar do barulho e das pessoas me estarem a levar à loucura.
Então após ter terminado a licenciatura mudei-me para o local onde vivo agora, isto é, uma pequena aldeia com apenas 100 habitantes.
tenho dois gatos e um grande jardim e estou a pensar arranjar uma cabra para me tratar da relva e ainda uma bicicleta para ir ao supermercado que dista 3km da minha casa. O meu sonho era ter um belo Volvo se possível azul escuro ou verde tanto faz.”

Angela Dalinger

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About the artist

“I'm Sandra, my second given name is Angela. I started to use the artist name Angela Dalinger about 3 years ago, simply because I don't like my real name that much. I believe things just work out much nicer if you don't mind presenting your name.
I was born in 1984 and I grew up in a small town in the ugly lower saxony.
It was a bit terrible there. In 2008 I started to study Illustration at the public university in Hamburg. I was nice to get out to the city although the noise and mostly all the people were driving me sick after a while.
So after I finished the school (without Bachelor yet) I moved to the place
where I live now, a very small village of about 100 inhabitants.
I have two cats, a nice big garden, thinking about getting a goat for mowing my grass, and a bike to get to the next supermarket which is 3,5 km from my home. I'm dreaming about having a nice Volvo, maybe a dark blue or green one.”

Angela Dalinger

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segunda-feira, 8 de Julho de 2013

Inauguração | Tardos e Piopardos | ANDY CALABOZO + NICOLAU | 13 de JULHO


Olá a todos,
os tempos convidam a banhos, mas esperamos que no próximo sábado (13 de julho) façam uma pausa para nos fazerem uma visita, já que inauguramos a exposição colectiva TARDOS E PIOPARDOS, com ANDY CALABOZO (pt) e NICOLAU (pt) pelas 17h.


Mais uma vez contamos com a vossa presença e boa disposição!
ps. dizem que vais estar nortada, a água gelada e areia no ar.



Hello,
these hot times invite us to the beach, but we´ll make a pause next saturday for the opening of our next show “Tardos e Piopardos”, with Andy Calabozo (pt) and Nicolau (pt) by 5 p.m.
Will be waiting for you!




Tardos e Piopardos
Andy Calabozo (pt)
Nicolau (pt)
13 de Julho a 14 de Setembro


13 de Julho | Inauguração 17h
Galeria Dama Aflita
Rua da Picaria, 84, Porto, Portugal


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Sobre a exposição
“Os tardos e os piopardos passeiam quando fica escuro. Os primeiros aparecem quando menos se espera e os segundos quase sempre desaparecem. As histórias sobre eles que fomos ouvindo são o ponto de partida para explorar tanto o seu lado terreno como o mitológico.”


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Sobre os autores


Andy Calabozo (pt)
1988, Caracas / Venezuela
Materializou o seu interesse pela ilustração em 2011 quando abandona o curso de Arquitectura para se dedicar a uma carreira neste campo. O seu fascínio pelo estranho e surreal levam-no a desenvolver um trabalho repleto de criaturas desfiguradas e elementos grotescos em composições bizarras e paisagens alienígenas."


Nicolau (pt)
Vila Nova de Cerveira, 1986
Trabalha entre o design gráfico e a ilustração.
O humor e a preguiça orientam o seu trabalho.
É também músico na banda doismileoito desde 2005.
website: niconicolau.com


About the show
The tardos and piopardos go for a walk when it gets dark. The tardos show up when we less expect and the piopardos disappear at the first moment. The stories we listen about them are the starting point to explore their earthling side as well as their mythological side.


About the artists


Andy Calabozo (pt)
His interest on illustration took place in 2011 when he abandons his architecture degree to dedicate his career  exclusively to this form os expression. His fascination with the strange and surreal led him to develop a work full of disfigured creatures and grotesque elements in bizarre compositions and alien landscapes.


Nicolau (pt)
Works between graphic design and illustration.
his work is oriented by humour and laziness.
He´s also a musician in the band doismileoito since 2005.