segunda-feira, 15 de Setembro de 2014

Inauguração | MALARKO | Galeria DAMA AFLITA | 20 SET |17H

Olá todos,
No próximo sábado dia 20 de Setembro, pelas 17H, vamos inaugurar a exposição, Pasty Smasher de Malarko (UK).
A exposição está integrada na programação do Push Porto - Festival de Ilustração e Arte Urbana, 2014.
Mais uma vez contamos com a vossa presença.

Hello,
Next saturday, September 20th, we´ll open the show Pasty Smasher by Malarko (UK).
The show is part of Push Porto - Illustration and Urban art festival 2014.
You are all invited!

Pasty Smasher
Malarko (UK)
20 de Setembro a 25 de Outubro de 2014

20 de Setembro | Inauguração 17h
Galeria Dama Aflita
Rua da Picaria, 84, Porto, Portugal

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Sobre a exposição

Pasty Smasher mostra o recente trabalho de Malarko, onde o artista explora o absurdo através de cerâmica, gravura e tecelagem.

Sobre o autor

Malarko
Nascido e criado no sul de Londres e sem experiência formal no campo das artes, Malarko desenvolveu uma estilo reconhecível que se estende pelo muralismo, design, ilustração, obra gráfica e cerâmica. Entusiasmado pelo absurdo e motivado pelo ridículo, o trabalho de Malarko é composto por uma, cada vez maior, coleção de animais: gatos, cobras, cães de narizes compridos e homens fortes sem pernas. Letras de Morrissey e Wu Tang pountuam estas paisagens absurdas e o resultado colorido e nonsense apresenta-se confuso e prazeroso.

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About the show
Pasty Smasher showcases Malarko´s recent works, further exploring absurdities within ceramics, printmaking and weaving.

About the artist

Malarko
Born and raised in South London and with no formal background in the arts
Malarko has developed a recognisable style that spans muralism, design, illustration, print work, and also ceramics. Excited by the absurd and motivated by the preposterous Malarko´s work is comprised of an ever growing menagerie of cats, snakes, long nosed dogs and leg less strong men. Morrissey and wu tang lyrics punctuate this wacky landscape and the colourful nonsensical result manages to both confuse and delight.




    

segunda-feira, 16 de Junho de 2014

Inauguração | Min + Jose Ja Ja Ja | 21 Jun | 17H

Olá a todos
no próximo sábado dia 21 de junho vamos inaugurar a exposição Back and Forth da Min (pt) e Jose Ja Ja Ja (es) na Galeria Dama Aflita, a partir das 17h00. Mais uma vez contamos com a vossa presença!

Hello,
next saturday June 21st we'll open the show “Back and Forth”, by Min (pt) and Jose Ja Ja Ja (es), by 5 p.m.
Once again we'll be waiting for you!



BACK AND FORTH
Min (pt) + Jose Ja Ja Ja (es)
21 de Junho a 26 de Julho

21 de Junho | Inauguração 17h
Galeria Dama Aflita
Rua da Picaria, 84, Porto, Portugal

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Sobre os autores

Min
sobre a exposição
Desde o início dos tempos, o Homem debate-se com a ideia do que ainda está por vir. Carpe Diem e Yolo's à parte, todos nos questionamos se o nosso percurso se vai endireitar, se nos vamos perder a tentar, se vamos ser milionários ou se nos vamos tornar em pessoas biónicas.
Conseguimos prevê-lo? Ler palmas das mãos, cartas, entranhas de animais, corpos celestes…uns dizem que funciona, outros que não. Esta é a minha viagem desenhada através de tudo isto, adivinhações, destinos, futuros próximos e longínquos.

sobre a autora
Min nasceu no Porto em 1988 e desde então, alimenta a sua paixão por desenhar letras e personagens que habitam o seu imaginário. Cães-pessoa, caracteres samplados de uma embalagem qualquer, coisas do dia a dia e cores vivas apoderam-se dos fiéis pretos e brancos e de alguma forma, no final, para ela faz sentido.
Terminado o curso de Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, dedica-se oficialmente a vários projectos de design e ilustração durante o dia… e de noite ganha roupagem de dj e partilha um bocadinho daquilo que ouve. É também designer de uma editora de música chamada Monster Jinx, liderada por um gigante monstro roxo.




Jose Ja Ja Ja
sobre a exposição
Ao regressarmos ao passado vamos de encontro à memória. A memória é um grande supermercado da percepção. Quando queremos recordar alguma coisa, pegamos no carrinho de compras e procuramos os ingredientes para cozinhar uma história. Assim que chegamos ao checkout encontramos um acumular de elementos: a focinho do nosso cão, o cheiro do esparguete frio esquecido no frigorífico, a cor verde, a voz selvagem de “Howlin’ Wolf”, o pôr-do-sol, o…aqui não existe a linguagem narrativa, apenas segmentos da memória.
Não existem diferenças caso tenhamos visitado o British Museum. Poderíamos entender a história dos egípcios e dos gregos apenas pela observação dos objectos e utensílios que eles usaram no passado. Não pelas narrativas. O poder de contar histórias quando não existem narrativas, apenas os ingredientes das histórias.
Assim, as histórias são completamente abertas aos olhos do observador ou leitor e estes transformados em jogadores dos jogos propostos pelos objetos.
A história que conto neste espaço, tendem para a experiência pessoal sobre a forma como conto histórias, através de fragmentos da memória. ‘Culto Charles’ é um adiante ao passado, a um grupo de humanos e aos seus rituais e condutas. ‘Culto Charles’ é um destes supermercados da memória onde temos que ir à procura da história que queremos ouvir.

sobre o autor
Conterrâneo de Sara Montiel e Madrileno por adopção. Formou-se em arquitectura na Universidad Politécnica de Madrid ao mesmo tempo que colaborava num dos mais carismáticos gabinetes de arquitectura, AMID.CERO9. Com os seus irmãos produz uma das melhores cervejas do país, cerveja SALVAGE. Aristocrata em SUNRISE KINGDOM (um novo país formado por si e pelo artista China Ruohong Wu situado na fronteira virtual entre o Vermelho e o Amarelo). Historicista por convicção e ilustrador por casualidade. Colaborador assíduo como desenhista no colectivo de auto-edição Ultra Radio, assim como em grande número de fanzines nacionais e internacionais. Foi prémio Áccesit de Ilustración Injuve2012 do Ministério da Educação. Seleccionado, em conjunto com mais 45 ilustradores internacionais, para o catálogo Iberoamericano de Ilustração SM 2013 e obteve uma Menção Honrosa no Prémio Internacional de Novela gráfica Fnac-Sinsentido. Expões em várias cidades entre as quais Madrid, Londres, Paris, Buenos Aires ou Cidade do México.
Actualmente é docente de ilustração no IED de Madrid dando a disciplina e “Proecesos Creativos” ao mesmo tempo que inventa, faz cerveja, toma banho em sangue de baleia, conta histórias e desenha. Publicou recentemente o seu primeiro livro sério “Culto Charles” com Fulgencio Pimentel.
E isto, apenas acaba de começar…





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About the artists

Min

about the show
Since the beginning of time, Man has struggled with the thought of what is yet to come. Carpe Diem, Yolo's aside, we all wonder if our path is going to straighten up, get lost trying, get millionaire or ever become bionic people.
So, can we predict it? Reading palms, cards, animal guts, celestial bodies… some say it works, some say it doesn't. This is my drawn journey through it all, divinations, fates, close and distant futures.

Min was born in Porto in 1988 and since then, she feeds her passion of drawing letters and characters that live inside her mind. Dog-people, lettering sampled from old graphics, every day things and bright colors take over the faithful black and white and somehow, at the end, it all makes sense for her.

As she finished the BA in Communication Design at Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, she officially dedicates herself to various design and illustration projects during the day…while by night she transforms into a dj and shares a little bit of the music she listens to. She's also the designer of a music label called Monster Jinx, lead by a giant purple monster.



Jose Ja Ja Ja
about the show
Forth back to the past, we must across the memory. The memory is a grand supermarket of the perception. When we want to remember something we take a trolley and search for the ingredients to cook the story.  Once we reach the checkout point, there are accumulation of elements: the face of our dog, the smell of cold spaghetti left in the fridge, the green colour, the wild voice of ‘Howlin’ Wolf, the sunrise, the… The narrative language does not exist here, only segments of our memory.  
There is no differences as if, we visited the British Museum. We could understand the story of the Egyptian or the Greeks only by watching the objects and utensils they used in the past. Not through narratives. The power for to tell stories, when there are no narrative languages, only the ingredients of the story. So that stories are completely opened to the observers or readers, and they are transformed as players in games.
The story, I show you here, in this nice space try to be a personal experiment about the way to tell stories, from pieces of the memory. ‘Culto Charles’, it’s a forth to the past, to a group of humans, and to their rituals and manner.  
‘Culto Charles’, is one of these supermarkets of the memory where you have to search for the story you want to hear.

about the artist
Fellow countryman of Sara Montiel and adopted from Madrid. Graduated in arquitecture by Universidad Politécnica de Madrid while collaborating one of the most charismatic architectural studios, AMID.CERO9. Along with his brothers he produces one of the best beers of the country, the SALVAGE beer. Aristocrat at SUNRISE KINGDOM (a new country invented by him and the artist China Ruohong Wu, at the virtual border between Red and Yellow. Historicist by conviction and illustrator by chance. Frequent contributor as a draftsman in the self-publishing collective Ultra Radio, as well as a large number of national and international fanzines. Áccesit de Ilustración Injuve2012 award, selected for Catalogo Iberoamericano de Ilustración SM 2013 and honorable mention at Fnac - Sinsentido international Graphic Novel Prize.
As shown his work in several cities like Madrid, London, Paris, Buenos Aires or Mexico City.
Teaches illustration at IED de Madrid while invents, makes beer, baths in whale blood, tells stories and draws.
Recently published his first book “Culto Charles” with Fulgencio Pimentel.
And this is just the beginning…

Jose Ja Ja Ja

terça-feira, 29 de Abril de 2014

Inauguração / Horácio Frutuoso + Ricardo Abreu

Olá a todos,
no próximo sábado dia 3 de Maio vamos inaugurar a exposição Salto sem gravidade de Horácio Frutuoso e Ricardo Abreu na Galeria Dama Aflita, a partir das 17h00. Mais uma vez contamos com a vossa presença!

Hello,
next saturday May 3rd we'll open the show “Salto sem gravidade”, by the portuguese artists Horácio Frutuoso and Ricardo Abreu, by 5 p.m.
Once again we'll be waiting for you!

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Salto sem gravidade
Horácio Frutuoso (pt) + Ricardo Abreu (pt)
3 de Maio a 14 de Junho

3 de Maio | Inauguração 17h
Galeria Dama Aflita
Rua da Picaria, 84, Porto, Portugal

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Sobre os autores

Horácio Frutuoso
(1991) vive no Porto.

Licenciado em Artes Plásticas na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Foi vencedor do Prémio aquisição de Artes Plásticas da FBAUP do ano lectivo 2012/2013.
Fez parte do grupo de investigação em performance SINTOMA, actualmente faz parte do grupo comissário da Painel, e da equipa artística do projecto Expedição.
Tem participado activamente e produzido projectos dedicados à prática e investigação em artes plásticas e práticas artísticas contemporâneas com outros artistas e colectivos. Na produção do seu trabalho recorre a vários meios, com especial interesse pela pintura e performance.



Ricardo Abreu
(1980) Porto / Maia

Quando era criança, pedi ao meu pai que apanhasse os pássaros para os poder pintar.
Pintar no sentido de os cobrir de tinta, porque pensava que poderiam ser melhorados. Depois, o mesmo com cães e gatos.
Raramente íamos de férias, por isso, passava os verões a ver tv e enciclopédias ilustradas.
Aprendi sobre mitologia, astronomia, geologia, botânica e zoologia desta forma.
A obsessão pelo desenho surgiu de início, desde que me lembro, por isso, inevitavelmente segui o ensino artístico, tendo mais tarde
frequentado a licenciatura em design de comunicação.
Não concluí o curso, mas inevitavelmente, continuei a fazer o mesmo, o mesmo que já fazia.



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About the artists

Horácio Frutuoso
(1991) lives in Porto, Portugal.

Graduated in Fine Arts by Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
Winner of acquisition prize in Fine Arts by FBAUP in the academic year of 2012/2013.
Joined the research in performance group SINTOMA, currently part of the commissioner group Painel, and the artistic team for Expedição project.
Has actively participated and produced projects for the practice and research in fine arts and contemporary art practices with other artists and collectives. In the production of his work resorts to various media, with a special interest in painting and performance.

http://horaciofrutuoso.tumblr.com/

Ricardo Abreu
(1980)  Porto / Maia

As a child, I asked my father to caught the birds so I could paint them.
Paint towards to cover them in ink, because I thought they could be improved. Then, did the same with dogs and cats.
We rarely went on vacation, so I spent the summers watching tv and illustrated encyclopaedias.
Learned about mythology, astronomy, geology, botany and zoology in this way.
The obsession for the design came from the beginning, since I can remember, so inevitably I followed that artistic education, and later attended degree in communication design.
Didn´t complete the graduation, but inevitably, I continued doing the same, the same as it had been.




   

segunda-feira, 3 de Março de 2014

Inauguração | LORD MANTRASTE + TIM FUREY | Galeria DAMA AFLITA | 8 MAR | 17H

Olá a todos,
no próximo sábado dia 8 de Março vamos inaugurar a exposição A Farmer´s Work do ilustrador português Lord Mantraste com o norte americano Tim Furey na Galeria Dama Aflita, a partir das 17h00. Mais uma vez contamos com a vossa presença!


Hello,
next saturday March 8th we´ll open the show “A Farmer´s Work”, by the portuguese illustrator Lord Mantraste and the american Tim Furey, by 5 p.m.
Once again we'll be waiting for you!

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A Farmer's Work
Lord Mantraste (pt) + Tim Furey (usa)
8 de Março a 9 de Abril


8 de Março | Inauguração 17h
Galeria Dama Aflita
Rua da Picaria, 84, Porto, Portugal


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Sobre os autores


Lord Mantraste
Filho de uma Cabeleireira e de um Pastor, foi criado no mato como um bixo. É um adepto do misticismo popular e da natureza, actualmente vive escondido a fazer design gráfico e ilustração.


Pretende ser a Nossa Senhora da ilustração e que cada trabalho meu seja um menino Jesus!


Tim Furey
é artista, vive e trabalha em New Jersey. O seu trabalho é cheio de texturas, formas, cores neon e seres alienígenas. Ao combinar uma ampla gama de diferentes media nas suas colagens cria interiores psicadélicos, cenas do quotidiano e narrativas que revelam dicas da estória sem desvendar o enredo na sua totalidade. Recorre a papel barato, autocolantes holográficos, e rabiscos de lápis de cor e combina estes elementos na criação de imagens, tanto primitivas como futurísticas. O resultado é um mundo hiper-colorido onde os extra-terrestres se misturam com os humanos na criação de um mundo futuro partilhado.
Tim Furey é inspirado por artistas como David Hockney, Cy Tombly, Devin Troy Strother, Michael Swaney e Drew Beckemeier. Semelhante ao "Stranger in a Strange Land" de Robert A. Heinlein, Tim injeta um senso de mal-estar com a sua paleta de cores inesperadas,alterações de perspectiva e o uso de texturas.



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About the artists


Lord Mantraste
Son of a hairdresser and a shepherd, was raised in the woods like an animal. He’s a fan of the popular mysticism and nature, nowadays lives hidden to make graphic design and illustration.
Intends to be the Madonna of illustration where each of his work becomes baby Jesus!
Tim Furey
is a New Jersey based artist. His work is full of texture, shapes, neon colors and best of all aliens! Combining a wide array of media in his collages he creates psychedelically-hued interiors, still life scenes and narratives that hint at the story without giving away the plot. Inexpensive craft paper, holographic stickers and crayon scribbles combine to create images that are both primitive and futuristic. The result is a hypercolored world where aliens mingle with mankind to create unknown future worlds.
Tim Furey is inspired by artists like David Hockney, Cy Twombly, Devin Troy Strother, Michael Swaney, and Drew Beckmeyer. Similiar to Robert A. Heinlein's "Stranger in a Strange Land", Tim injects a sense of uneasiness with his unexpected color palette, shifts in perspective, and use of textures.


    

sexta-feira, 24 de Janeiro de 2014

Dama Aflita @ Lux Woman


domingo, 12 de Janeiro de 2014

Inauguração | André da Loba | 18 Jan | 17H

Olá a todos,
no próximo sábado dia 18 de Janeiro vamos inaugurar a exposição (os) BESTIAIS do ilustrador português André da Loba na Galeria Dama Aflita, a partir das 17h00. Mais uma vez contamos com a vossa presença!

Hello,
next saturday January 18th we´ll open the show “(os) BESTIAIS”, by portuguese illustrator André da Loba (pt), by 5 p.m.
Once again we'll be waiting for you!




(os) BESTIAIS
André da Loba (pt)
18 de Janeiro a 1 de Março

18 de Janeiro | Inauguração 17h
Galeria Dama Aflita
Rua da Picaria, 84, Porto, Portugal

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Sobre a exposição

(os) BESTIAIS
Existem milhões de animais.
Uns rastejam, outros (es)correm.
Uns voam, outros nada(m),
A maioria parece não se mexer.
Grandes e pequenos.
Redondos, triangulares, rectangulares,
de qualquer forma, são todos quadrados.
Filhos de somas e subtracções, nascem da preguiça.
Alimentam-se de nós, da nossa paz e (pa)ciência.
Organismos completamente impossíveis (ninguém os aguenta)!
São menos perigosos do que os normais,
definitivamente mais honestos e
infinitamente mais interessantes.
Assim são, (os) Bestiais!

Sobre o autor

André da Loba, artista e poeta relutante. Nasceu em Portugal. O seu trabalho de ilustração e animação tem merecido reconhecimento internacional. Para comer trabalha para revistas, jornais e outras publicações, mais, ou menos efémeras. Vive Um-pouco-por-toda-a-parte onde e é secretamente feliz.

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About the artist

Artist and reluctant poet
Born in Portugal, André da Loba is a published and exhibited artist whose work has received international acclaim. As an illustrator, animator, graphic designer, sculptor, and educator, Andre’s combination of curiosity, experience, knowledge and unknowing serves as the constant medium with which he creates and inspires. His work is an invitation and a challenge to change the world, however big or small it might be. He lives in Brooklyn where he is secretly happy.



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terça-feira, 5 de Novembro de 2013

Inauguração | LAURENT IMPEDUGLIA | Drawings and Prints | 9 de NOV | 17h00

Olá a todos,
no próximo sábado dia 9 de Novembro vamos inaugurar a exposição Drawings & Prints do artista belga Laurent Impeduglia na Galeria Dama Aflita, a partir das 17h00. Mais uma vez contamos com a vossa presença!

Hello,
next saturday 9th November we´ll open the show “Drawings & Prints”, by Laurent Impeduglia (be), by 5 p.m.
Once again we'll be waiting for you!




Drawings and Prints
Laurent Impeduglia (be)
9 de Novembro a 4 de Janeiro

9 de Novembro | Inauguração 17h
Galeria Dama Aflita
Rua da Picaria, 84, Porto, Portugal

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Sobre o autor
Laurent Impeduglia (be)

Na carreira de Laurent Impeduglia destaca-se a sua exposição individual em Brasseurs, Liège,
em 2007, como paradigmática. Após a conclusão da licenciatura em Belas Artes, Laurent esteve envolvido na produção independente de fanzines e comic books. O prémio de melhor Comic Book alternativo atribuído a Mycose pelo Festival Angoulême em 2006 reconhece a energia colectiva e a natureza voluntariamente provocadora de uma dúzia de artistas, criados a latas de cerveja e rock’n’roll, que abriram novos caminhos para a edição independente e para as viagens pessoais.
Com Make a Wish, Build your Life, Impeduglia na sua afirmação como jovem artista/artesão posiciona-se num cenário onde mistura a pintura, a escultura e a instalação. Retrata a transição da adolescência para a idade adulta recorrendo a referências à alquimia (stylus, kiln…) mas também à cultura popular inerente a uma criança crescida nos anos 1980 (os primeiros videojogos, o merchandising de comics e os cartoons orientais). Os seus temas recorrentes abordam a confrontação de símbolos, simultaneamente e sem ordem particular, a filosofia é questionada e o prazer é regressivo, permitindo vários níveis de interpretação, tanto profundos como jocosos, mas graças a uma boa dose de escárnio não se tornam hipócritas.
Ao longo da sua carreira, a mesma tensão demiúrgica presente no desejo de construir e desconstruir é evidente; sobrepondo referências ao ponto de lhes remover a sua essência, respeitando a perspectiva isométrica e ao mesmo tempo varrendo-a para fora, numa queda energética, pomposamente gabando o seu nome para, de seguida, evidenciar que significa "viagem sobre os seus próprios pés" em siciliano, afirmando o texto como parte da obra e reescrevendo-o com erros ortográficos como uma espécie de dislexia simplificada.
Omnipresente na sua produção artística, a cor branca afirma-se na exposição de Brasseurs, inevitavelmente associada à norma do espaço de exposição e à ideia de pureza. Torna-se crucial na peça "Quitter Liége" (deixa Liège) no veículo frágil e improvisado como objecto metafórico para o início da sua carreira internacional. Isto significa não desistir de um certo ideal, nomeadamente ao evitar o pensamento singular em função do mercado da arte contemporânea. Nas suas primeiras telas de grande formato, esta relação entre dinheiro e arte é já questionada. Esta preocupação constante é traduzida na representação da venalidade, na representação do dólar como símbolo, de um vampiro ou de um artifício de Damien Hirst.
Ao comparar-se a grandes figuras da arte do séc. XX denota uma fonte potencial de angústia à qual Impeduglia responde com ironia. Quando tenta revelar as suas influências, ele presta homenagem, entre outros, ao Do It Yourself da Pop Art ou à arte figurativa alemã dos anos 1980. Mas é na contramão de um certo respeito paralisante que recorre a nova terminologia (inococlassisimo, pós neo cretinismo…) para se expressar melhor.
Se Impeduglia joga com rótulos ou lugares secretos, é, sem dúvida, porque nada o repele mais do que a repetição ou ficar preso em barrancos criativos. Cada uma das suas séries não tem mais do que uma dúzia de peças, com destaque para a espontaneidade. Certamente a narração dos temas é constante, mas a maneira como ele representa o espaço, a paleta de cores ou os recursos, é constantemente reinventada. Este é o leitmotiv do seu processo criativo, ele afirma perder-se no seu caminho, troca ideias por outras e aceita qualquer contratempo.
Tempestuoso e generoso, o trabalho de Impeduglia não é sobrecarregado de fronteiras. De forma obstinada e de bom grado ridiculariza os valores estabelecidos (arte, trabalho, dinheiro, religião). Reúne nas suas obras composições com um sabor de fim do mundo, com estabilidade comprometida voluntariamente por equilíbrio precário, elementos destrutivos e fendas profundas. É também a representação não normalizada que denuncia as falhas e vitalidade interna de um indivíduo onde se consegue reconhecer uma geração inteira.

Julie Bawin

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About the artist

Throughout the artistic career of Laurent Impeduglia, his solo exhibition at the Brasseurs in Liege in 2007 is definitely one of the stand out points. After leaving the Fine Art Academy, he became more or less independent in terms of the world of fanzines and indie comic books. The alternative Comic Book prize awarded to Mycose at the Angoulême Festival in 2006, recognizing the collective energy and willingly provocative nature of a dozen or so artists raised on cans of lager and rock ‘n’ roll, paved the way for both publication and the possibility for a number of contributors to take a more personal journey.

With Make a wish, build your life, Impeduglia, in his quest for initiation as a young artist/craftsman, puts himself in the middle of a scenario mixing painting, sculpture and installation. He portrays the transition from adolescent to adult using multiple references to alchemy (stylus, kiln…), but also to the kind of popular culture inherent to every child of the 80s (early video games, merchandising from comics and Asian cartoons…) Recurrent themes are the confrontation of symbols where simultaneously, but in no particular order, philosophy is questioned and pleasure is regressive, allowing many layers of interpretation, both profound and playful, but thanks to a healthy dose of mockery, not self-righteous. Throughout the career of Impeduglia, the same demiurgic tension of his desire to both construct and deconstruct is evident; superimposing references to the point of removing their substance, respecting isometric perspective and then sweeping it away in one energetic fell swoop, pompously boasting about his name and then highlighting that it means “trip over your own feet” in Sicilian, taking a text and reworking it with spelling mistakes in a kind of simplified dyslexia…

Omnipresent in the artist’s production at any given moment of the exhibition at the Brasseurs, the colour white, almost inevitably associated with the norm of the gallery space and the idea of purity, is crucial at the moment when he gets ready to Quitter Liège (leave Liege) on a fragile makeshift vehicle to set off on an adventure of the beginning of an international career. This means not giving up on a certain ideal, notably by avoiding the seduction of singular thought and/or the contemporary art market. On his first large canvasses, like the one acquired by the SPACE Collection in 2003, he already questioned the relationship between money and art. This constant preoccupation is translated by the representation of venality in the form of the dollar sign, a vampire or a Damien Hirst gimmick.

Comparing himself to the great figures of the history of 20th Century Art is also a potential source of anguish which Impeduglia responds to with irony. When he tries to reveal his influences, amongst others, he pays tribute to ‘Do It Yourself’ Pop Art remnants or German figurative art from the 1980s. But going against the grain of often paralyzing respect, he uses new terminology (iconoclassicism, post neo cretinism…) to express himself better.

If Impeduglia plays around with labels and pigeon holes, it is without a doubt because nothing repels him more than repetition or being stuck in a creative rut. Each of his series never has more than a dozen pieces and the evolution of his work which claims to be more and more spontaneous, is perceptible from one month to the next. Certainly, the narration of the themes is constant, but the way he represents space, the palette and the strokes is constantly being reinvented. Thus, his recent canvasses, which are oil-based, reestablish the subject of the picture with more sensuality and with this, he associates a return to pleasure through spontaneity. This is a leitmotif of his creative process, he claims to lose his way, bounce ideas off other ideas and accept any mishaps.

Tempestuous and generous, Impeduglia’s work is not burdened by boundaries and obstinately and gladly ridicules the established values (art, work, money, religion…) brought together in his compositions with a flavor of the end of the world, with stability voluntarily jeopardized by precarious balance, destructive elements and deep cracks. It is also the unnatural presentation of more or less corrected flaws and the internal vitality of an individual in whom an entire generation can recognize themselves – a generation strangely labeled X.

Julie Bawin

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